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De 1º a 15 de Setembro de 2017

quarta-feira, 8 de julho de 2015

NOBRES: Prefeito Sebastião Gilmar não paga aluguel do prédio que funciona provisoriamente o Terminal Rodoviário e empresas deveram ser despejadas até a próxima sexta –feira (10)

Foto: Agitos Nobres
Após suspender o pagamento do repasse e romper o convênio com o Hospital e Maternidade Laura de Vicuña, alegando contenção de gastos na área da Saúde para poder pagar os salários dos funcionários do Município em dia, o prefeito Sebastião Gilmar, o Gilmarzinho da Ecoplan (PSD) tem mais um abacaxi (ou seria pepino) para descascar. Pois mais um credor da Prefeitura cobra a Prefeitura Municipal de Nobres por falta de pagamento.

O proprietário do imóvel, onde está funcionando temporariamente o Terminal Rodoviário   está cobrando segundo ele o valor de R$ 4 Mil referentes a dois meses de aluguel que não foram quitas pelo prefeito Gilmarzinho da Ecoplan.

O contrato teve término no último dia 29 de junho e devido aos constantes atrasos no pagamento dos aluguéis, o proprietário do local já informou ao Site Agitos Nobres que ele não pretende renovar o contrato até os valores atrasados sejam quitados.

Os responsáveis pelas empresas de transportes de passageiros e pela lanchonete já foram comunicadas pelo proprietário do local que eles tem até a próxima sexta-feira (10) para desocuparem o prédio. E que se até a data estipulada por ele, o prefeito Gilmarzinho da Ecoplan não quitar os meses atrasados, o fornecimento de água será suspenso e a energia será deligada.

Os responsáveis pelas empresas que estão abrigadas no terminal rodoviário estão sem ação, e não sabem o que fazer ou a quem recorrer.

O Outro Lado

Assim como a equipe do Site Agitos Nobres tentou entrar em contato com a Secretária de Administração, e não foi atendida por telefone.  A equipe do Blog Correio de Mato Grosso também tentou entrar em contato por telefone com a Secretária de Administração e até o fechamento desta matéria não havíamos conseguido contato com autarquia mencionada.

Mas o que tem chamado atenção é tanto os secretários municipais como o prefeito Gilmarzinho da Ecoplan vem evitando falar com a Imprensa, seja ela local ou Regional. Agora fica uma pergunta no ar: Será que seria o “efeito global” após Nobres ter aparecido em nível nacional do Programa Mais Você, da Rede Globo?
Com a resposta o prefeito Gilmarzinho da Ecoplan ou qualquer Secretário que queira falar em nome da prefeitura de Nobres.

O espaço está aberto para que esclarecimento por parte da Prefeitura Municipal de Nobres.


Fonte: Da Redação / Blog Correio de Mato Grosso com informações da TV Record (Nobres) e do Site Agitos Nobres


CELEBRIDADES : Cantora Mônica Guedes chama Monica Iozzi de ridícula

Foto: Reprodução
Monica Iozzi criou polêmica (inclusive com a cantora sertaneja Mônica Guedes, rival de Paula Fernandes) ao mandar os jovens ouvirem menos música sertaneja e funk. Claro que ela tem o direito de dar a opinião dela, mas sempre tem gente que se revolta, né?
A ex-CQC disse:
"Ô pessoal mais novinho, vamos deixar o sertanejo universitário um pouquinho de lado. Vamos ouvir um pouquinho mais de Cazuza, pra gente ter um mundo melhor?".
Aí, para disfarçar, ela tentou arrumar o que disse:
"Eu gosto de sertanejo. Mas não pode ser só isso. Vamos parar de ouvir um pouco de funk, de sertanejo... Vamos ouvir Cazuza, ouvir Legião Urbana, vamos ouvir Elis Regina".
Só que não adiantou nada. Choveram críticas nas redes sociais. O povo não perdoa.
Mas quem mais se incomodou foi a sertaneja Mônica Guedes, que detonou Moniquinha em seu Facebook:
“Minha filha curto rock anos 80, aliás, iniciei minha carreira no rock! Curto algumas músicas do Cazuza, do Legião, mas tenho orgulho de hoje ser bem sucedida cantando música sertaneja.
Seus heróis morreram de overdose há milhões de anos atrás. Os meus (sertanejos) morreram na estrada trabalhando.
Não me venha falar de 'bons exemplos', pois ninguém é santo. Desculpa escrachar, mas detesto preconceito musical. Oh mania de criticar o gosto dos outros. Cada um ouve o que quiser!
Ridícula".

Fonte: Fabíola Reipert,/ R 7

POLÍTICA: Assembleia Legislativa pode ser obrigada a pagar até R$ 360 mil por romper contrato de consultoria

Foto: Demóstenes Milhomem / ALMT

Mesmo sendo o Termo de Ajustamento de Gestão (TAG) solicitado pela Mesa Diretora, existe o risco de a Assembleia Legislativa ser obrigada a pagar R$ 360 mil para a empresa C.L.S. Consultoria e Assessoria Ltda-ME, contratada para prestar assessoria à CPI das Obras de Mobilidade da Copa do Pantanal Fifa 2014. Isso porque o Pleno do Tribunal de Contas do Estado (TCE) entendeu que os 48 dias de trabalho da C.L.S. Consultoria e Assessoria Ltda-ME à CPI devem ser remunerados, proporcionalmente.
 
O contrato foi rompido por orientação da Procuradoria Jurídica do Poder Legislativo, diante da contratação sem licitação, por quase R$ 977 mil, sendo logo revogada pela Mesa Diretora.  

 
Diante da ausência de assessoria técnica, o presidente da CPI das Obras da Copa, deputado Oscar Bezerra (PSB), cobrou que o governo do Estado liberasse gratuitamente  Universidade de Mato Grosso (Unemat) prestar serviços de auditoria nas obras.

  
Na prática, o TAG apresentado pelo conselheiro José Carlos Novelli, do TCE, corrige distorções. E, por isso, foi aprovado por unanimidade no Pleno do TCE/MT, confirmando que a indenização possui  embasamento legal.


 A reportagem do Olhar Direto apurou que, no TAG, o TCE não determina valor a ser pago pela Assembleia, porém, determinou “fazer as contas”.

 
Desta forma, a Mesa Diretora articula  para regularizar a situação de técnicos contratados para atuar na CPI das Obras da Copa do Pantanal. 




Fonte: Ronaldo Pacheco e Laíse Lucatelli / Olhar Direto

VG: Comissão da Câmara pede para arquivar denúncia contra o vice- prefeito Arilson

Foto:  Gilberto Leite / RD News
A Comissão Processante da Câmara de Várzea Grande votou pelo arquivamento das denúncias contra o vice-prefeito Arilson Arruda (sem partido) por dois votos a um, durante reunião de ontem (7). A Comissão analisava o pedido de cassação do mandato de Arilson em razão de não ter se desincompatibilizado da administração da sua empresa, até a data da posse, conforme determina a lei.

Entretanto, a decisão sobre a extinção ou não ocorrerá na sessão noturna de hoje (8) pelo Plenário. Para o arquivamento será preciso o voto de 12 dentre os 22 vereadores.

Para os integrantes da Comissão, Maninho de Barros (PSD) e Pedro Tolares (Solidariedade), os documentos juntados pela defesa de Arilson Arruda comprovaram que houve afastamento de fato do investigado da administração do Hospital Jardim Cuiabá, desde 2003.

Na semana passada, O vice-prefeito, por meio de documentos, demonstra que foi ao Cartório do 7º Ofício e à Junta Comercial se declarar impedido de exercer a função de administrador nas suas empresas privadas. Ele precisava deixar o posto por ter assumido, juntamente com a prefeita Lucimar Campos (DEM), o Paço Couto Magalhães, em 7 de maio, dois dia após a Justiça Eleitoral cassar o mandato de Walace Guimarães (PMDB) por prática de caixa 2.

Já para a vereadora Mirian Pinheiro (PHS), também integrante da Comissão, não está convencida. Ela não somente discordou com os papéis apontados pela defesa como ainda sugeriu que fossem realizadas diligências para coletar mais dados e provas em cima das denuncias feita pelo morador do município, Cícero Dantas, de que Arilson não desincompatibilizou da administração de suas empresas, em 07 de maio, quando assumiu a função ao lado da prefeita Lucimar. 

Fonte: Tarso Nunes /RD News com Assessoria

DIAMANTINO: Indicação de Marcio Mendes vira Projeto de Lei que beneficiará comunidade da Astordas

Foto: Assessoria de Imprensa
Um projeto de lei de autoria do deputado Estadual Botelho estará beneficiando Diamantino diretamente e colocando uma solução para um velho problema da comunidade da Astordas.

Ocorre que essa comunidade fica entre os municípios de Diamantino e Alto Paraguai onde os moradores são eleitores e possuem vínculo eleitoral com Diamantino não tendo qualquer relação com o município onde suas terras estão inseridas e isso sempre traz uma insegurança para a administração de Diamantino que faz a manutenção da única estrada que passa pela comunidade e que legalmente não pode ser de outro município.

Para acabar com esse problema o deputado estadual Botelho (PSB) apresentou um projeto de lei de numero 268/2015 onde estadualiza o trecho que sai da Ponte do Rio Popino no perímetro urbano de Diamantino passando pela comunidade do Frei Manoel e segue passando pelas Astordas até as margens da MT 240 próximo a localidade chamado de Quebra Canelas.

O projeto está tramitando na Assembleia Legislativa e depois de aprovado segue para sansão do governador onde virará lei estadual liberando em sistema de parceria para que o governo municipal de Diamantino possa fazer a manutenção da estrada sem correr risco de improbidade administrativa.

A ideia de estadualizar esta estrada partiu do vereador Marcio Mendes através de indicação ao deputado Botelho e o parlamentar acredita que após transformar em lei será mais prático a manutenção dessa referida estrada e propiciando a inclusão de todos que necessitam daquela via de acesso. Afirmou o vereador que está acompanhando o desenrolar do projeto de lei.

Fonte: Assessoria de Imprensa

terça-feira, 7 de julho de 2015

NOBRES: Teka notifica o prefeito Sebastião Gilmar a pagar o repasse atrasado com o Hospital e Maternidade Laura de Vicuña

Foto: Reprodução do Site Agitos Nobres
Após toda repercussão que foi gerada através da Imprensa local e regional, sobre o atraso e o não pagamento de repasses por parte da Prefeitura Municipal de Nobres ao Hospital e Maternidade Laura de Vicuña, o Departamento de Jornalismo do Blog Correio de Mato Grosso conversou por telefone com Maria Duarte (Teka), que é a diretora administrativa do Hospital da rede privada sobre o impasse com o Poder Executivo Municipal.

 Teka relatou que a prefeitura já foi notificada e que o Município tem a próxima quarta-feira (07) para pagar R$ 80 Mil (Oitenta Mil Reais) que faltam a ser quitados referente ao mês de maio e dos R$ 140 mil (Cento e Quarenta Mil Reais), a prefeitura repassou apenas R$ 60 mil (Sessenta Mil Reais) ao hospital.

A diretora do Hospital Laura de Vicuña expôs que a unidade hospitalar depende do repasse da Prefeitura para poder comprar medicamentos e também pagar os médicos plantonistas.

 Teka ainda explanou que no contrato feito com a prefeitura de Nobres está acordado o atendimento mensal de até no máximo 1.160 pessoas e que somente no mês de junho foram atendidas 1.853 pessoas, ou seja, houve um excedente 693 pessoas. Sendo que o SUS só paga 85 AIH’s (Autorização de Internação Hospitalar) e que o hospital atendeu 170 AIH’s, sendo que quando as AIH’s excedem, o SUS não paga e seriam esses casos que caberia à prefeitura pagar e que no momento isto não estaria ocorrendo.

 O Departamento de Jornalismo do Blog Correio de Mato Grosso também conversou por telefone com o empresário João Antônio da Fonseca, sócio do Hospital e Maternidade Laura de Vicuña que salientou ser parceiro do prefeito Sebastião Gilmar, porém, segundo ele quando um contrato é assinado, ambas as partes tem deveres e obrigações e a serem cumpridas.


“Eles estão nos devendo R$ 80 mil referente ao mês de maio e o mês junho ainda não foi pago, pois eles tem um prazo entre os dias 10 e 20 de cada mês para pagar. E tudo o que queremos que o contrato seja cumprido e quando se assina um contrato, ambas partes tem que cumprir”, endossou João Antônio.


Fonte: Da Redação / Blog Correio de Mato Grosso

VG: Elisângela Nepomuceno e Eraldo Mendes estreiam jornal na rádio Alternativa FM

Fotos: VG News
Os radialistas Elisângela Neponuceno e Eraldo Mendes estreiam na próxima semana na Rádio Alternativa FM 105.9 FM, o jornal radiofônico Alternativa Notícias.
Um programa diário, com nova dinâmica, voltado especificamente para os assuntos do município e do Grande Cristo Rei, os radialistas receberão autoridades municipais e estaduais, especialistas da área de política para debater os mais diversos temas que interessam diretamente aos ouvintes.
Para Aberides Alves, diretor da emissora, “a estreia do programa não só representa um novo momento para a Rádio Alternativa, mas principalmente de podermos ampliar nossa relação com o público ouvinte ao lançarmos uma nova proposta com mais informação, entretenimento e prestação de serviço.
“Considerando a bagagem e o carisma que os profissionais que estarão à frente do programa será ‘um ganho considerável’ para todos nós”, destacou o diretor.
Fonte: Américo Neponuceno-VGNews

NACIONAL: Ministério reage contra 'sequestro' de cartões do Bolsa Família

Reprodução : VG News
O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) vai pedir à Polícia Federal que investigue a máfia de comerciantes e lotéricas que retêm cartões de beneficiários do Bolsa Família na região do Alto Solimões (AM).
Ao mesmo tempo, a pasta comandada por Tereza Campello apresentará medidas para aperfeiçoar o principal programa social do governo, especialmente no atendimento a comunidades indígenas e ribeirinhas. Uma das iniciativas avaliadas é o aumento do prazo de recebimento do benefício, que passará de 90 dias para seis meses. A medida tem por objetivo reduzir os gastos de viagens das aldeias e comunidades distantes até as cidades, onde ocorrem os pagamentos e atuam os esquemas ilegais.
No caderno especial publicado ontem, Favela Amazônia, o Estado mostrou como atua uma máfia do Bolsa Família no município de Atalaia do Norte, na tríplice fronteira do Brasil com a Colômbia e o Peru, onde famílias indígenas do Vale do Javari estão sendo controladas por comerciantes da cidade. Renikson Monteiro, um dos comerciante procurados pela reportagem, posou para fotos com o cartão na mão. O levantamento durou 15 meses e usou dados de 62 municípios.
Em meio a dívidas que só aumentam, os índios deixam seus cartões do programa e também da Previdência no comércio local. Há denúncias de que os comerciantes extrapolam nos preços dos produtos para impedir a retomada dos documentos. Na maioria das vezes, o benefício não paga nem o combustível usado no barco durante o deslocamento das aldeias ao centro urbano. A viagem de ida de uma aldeia no Javari até a cidade costuma durar mais de uma semana. Em troca de galões de gasolina, os comerciantes ficam com cartões e senhas dos beneficiários.
Segundo o ministério, o esquema será tema de reunião com representantes da Fundação Nacional do Índio (Funai) e da prefeitura de Atalaia do Norte. O município tem um Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de 0,450. Trata-se do terceiro pior do Brasil, uma taxa que está abaixo das médias dos países africanos Benin e Togo, além do centro-americano Haiti, todos entre os 25 piores do mundo. O IDH é uma escala estabelecida pelas Nações Unidas que mede a qualidade e a perspectiva de vida.
Antes da publicação da denúncia, a reportagem apresentou à ministra Tereza Campello três vídeos com denúncias de comerciantes que retêm o cartão do Bolsa Família. Logo após assisti-los, a ministra observou que não há solução fácil para o problema. O aumento do prazo do saque, por exemplo, é visto com cuidado pela ministra. O temor é abrir brechas que tirem do Bolsa Família a característica de um benefício regular de alimentação. Também há o risco de índios e ribeirinhos usarem o dinheiro acumulado em muitos meses na compra de produtos que não atendem às recomendações do programa social.
Outra medida que deverá ser tomada pelo ministério é convocar as associações de casas lotéricas. A ministra exigirá maior comprometimento dos empresários que têm contratos com a Caixa Econômica Federal para impedir saques de terceiros. É comum comerciantes receberem os pagamentos das famílias beneficiárias do programa com a conivência dos donos de lotéricas.
Na avaliação do ministério, o maior desafio para aperfeiçoar o repasse em regiões remotas envolve justamente o agente de distribuição dos benefícios. Como não tem um órgão próprio de pagamento, a pasta depende das lotéricas. Outro desafio é a barreira imposta por prefeitos de municípios que abrigam territórios indígenas. Muitos se recusam a fazer o cadastramento de famílias das aldeias.
Saúde nas aldeias
O caderno Favela Amazônia mostrou, ainda, como crianças e adultos da etnia ticuna, a maior do Brasil, também no extremo oeste amazonense, sobrevivem num lixão de Tabatinga. A falta de emprego e de renda afeta famílias indígenas de todo o Alto Solimões, que concentra um dos maiores números de etnias do Brasil. O crescimento das cidades, sem planejamento, não trouxe ocupação para seus moradores. Os índios que migram das aldeias para as sedes dos municípios não conseguem vaga no restrito mercado de trabalho. O drama da pobreza extrema atinge 40% das famílias indígenas em todo o País, segundo dados do governo.
Outro problema relatado no especial foi o elevado índice de criminalidade e de violações de direitos humanos nas grandes e médias cidades da Amazônia. Um levantamento feito pela reportagem indicou que 37,4% da população dos 62 municípios mais populosos da Região Norte estão em áreas de tráfico de drogas.
Lideranças e representantes da área indígena cobram do governo mais investimento na Funai e uma reavaliação do papel do Ministério da Saúde nas aldeias. Só neste ano, 16 crianças índias de até 2 anos morreram de diarreia e desnutrição no Vale do Javari. Técnicos apresentaram relatórios que mostram o mau uso do dinheiro repassado. Os relatórios feitos pelo Distrito Sanitário Especial Indígena no Javari, da Secretaria Especial de Saúde Indígena do Ministério da Saúde, não apresentam registros de óbitos com detalhes. Profissionais afirmam que as diretrizes de execução dos recursos da saúde levam em conta interesses políticos.
As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".
Fonte: VG News

POLÍTICA: Luppi isola Zeca Viana e lideranças regionais do PDT seguem decisão da direção nacional da sigla

Foto: Marcos Lopes / Blog Correio de Mato Grosso
O deputado Zeca Vianna, mesmo estando a frente da direção estadual do Partido Democrático Trabalhista (PDT), aos poucos está sendo isolado pelos seus correligionários regionais a pedido de o ex-Ministro do Trabalho e atual presidente nacional da sigla Carlos Luppi, que está alguns meses tentando mover céus e terras para demover o governador Pedro Taques da idéia de deixar a sigla pedetista.

O presidente regional não tem mais apoio nem lideranças que integram direção estadual como também da direção na nacional do PDT em suas investidas contra o governador Pedro Taques que muito em breve deverá deixar a sigla e se filiar ao PSDB ou ao PSB, sendo que este último seria o caminho mais provável, pois Taques tem a intenção de entrar na disputa majoritária, ou como candidato a presidente ou viabilizar seu nome como vice na chapa do tucano Aécio Neves, o qual apoiou tanto no  primeiro como no segundo turno das eleições passadas.


Em declaração à Imprensa Nacional Luppi afirmou desconhecer a pretensão de Taques em deixar o PDT e vem se fazendo de bobo, quando questionado sobre o assunto.


Aliado de primeira hora do governador Pedro Taques desde 2010, quando o mesmo se elegeu senador, o prefeito de Lucas do Rio Verde, Otaviano Pivetta tem repreendido publicamente o deputado Zeca Viana através da Imprensa por ele ficar tentando provocar e polemizar com o governador quando acende uma pequena e remota possibilidade de uma possível e improvável filiação do petista ex- candidato ao Governo do Estado Lúdio Cabral, adversário político e desafeto declarado de Taques.

Também teve a mesma reação contra Zeca o seu colega deputado Leonardo Albuquerque. Em síntese: Zeca perdeu o controle e o comando do PDT, mesmo sentado na cadeira de presidente. Cada vez mais fica isolado. Taques, mesmo de saída, conseguiu atrair apoio da cúpula. 



Fonte: Marcos Lopes com Informações do RD News

NOBRES: Prefeito Sebastião Gilmar atrasa repasse para o Hospital, suspende convenio para atendimento pelo SUS e afirma que a Saúde dos munícipes não é prioridade na sua gestão

Foto:  Agitos Nobres
Hospital e Maternidade Laura de Vicuña de Nobres
Desde a última quarta-feira (01) que o Hospital e Maternidade Laura de Vicuña suspendeu o atendimento pelo SUS, através do convênio que mantinha com a Prefeitura Municipal de Nobres e que está apenas atendendo aquelas pessoas que possuem Planos de Saúde Unimed, Pax Nacional e o atendimento particular segue normalmente.

O motivo da suspensão do atendimento pelo SUS, seria devido ao atraso do pagamento a junta médica que atende no Hospital Laura de Vicuña. De acordo com o diretor clínico da instituição, Doutor Dhener Hebart, o repasse referente ao mês de maio deveria ter sido pago no sábado (20/06). Ficou acordado que todo dia 20 a prefeitura faria o repasse, mas que a mesma não está cumprindo o combinado.
O valor atrasado já chega a R$ 80.000,00 (oitenta mil reais), somente em referência ao mês de maio, o mês de junho já está prestes a vencer.

Os atendimentos de urgências estão sendo mantidos.  Mas segundo o Dr. Dhener, na última quarta-feira (01), a categoria participou de uma reunião interna, onde na qual ficou acordado que a interrupção continuaria até que fosse efetuado o pagamento integral aos médicos.


O diretor clínico do Hospital Laura de Vicuña ainda relatou ao Site Agitos Nobres que durante uma reunião realizada no dia de junho em seu gabinete que muitos cortes serão feitos na Saúde para gerar economia ao Município. Ainda de acordo com relatos do Dr. Dhener o prefeito Sebastião Gilmar teria afirmado que a Saúde dos munícipes não seria a prioridade de sua gestão e que em primeiro lugar e de forma prioritária seria o pagamento dos funcionários da Prefeitura Municipal e que o Chefe do Poder Executivo também informou à ele (Dhener) que poderá demitir alguns médicos com especialidade especifica nos PSF’s, entre eles, ginecologista, cardiologista e pediatra.

Para deixar a sua situação da Saúde mais crítica do Setor da Saúde de Nobres, o Secretário Interino de Saúde Roberto Dias com o aval do prefeito Sebastião Gilmar determinou a suspenção das cirurgias eletivas como também dos partos cesarianos por tempo indeterminado, devido tanto ele (Roberto Dias) como o prefeito considerarem que esses dois casos podem ser adiados, pelo simples motivo deles acharem que os mesmos não se enquadram na classificação de urgência e nem de emergência. E que o objetivo dessa interrupção seria para economizar gastos do Município.

Na última quinta-feira (02) a Prefeitura Municipal de Nobres divulgou uma nota, através da qual alega que não suspendeu o contrato de convênio com o Hospital e Maternidade Laura de Vicuña e que a direção do hospital suspendeu os atendimentos pelo SUS devido ao atraso de 12 dias do valor do repasse que seria de direito do mesmo devido aos termos do convênio assinado entre a Prefeitura e a Unidade de Saúde da rede privada.


Confira a nota da Prefeitura abaixo. 

Prefeitura Municipal de Nobres, através da Secretaria Municipal de Saúde, COMUNICA aos senhores usuários do Sistema Único de Saúde que não terá mais como assumir compromissos relativos a tratamentos de média e alta complexidade e que fará cumprir com o que lhe compete, que é a Atenção Básica de Saúde.

Entretanto, atuará no encaminhamento de pacientes aos locais onde podem receber tratamentos relativos à média e alta complexidade.

COMUNICA ainda que a interrupção no contrato de trabalho com médicos especialistas decorre da situação econômica que atravessam os municípios tendo como origem as imposições do Governo Federal.

E lembra ainda que não interrompeu contrato com o hospital conveniado (Laura de Vicuña), mas a Prefeitura encontra-se em atraso de 12 dias no pagamento, daí a razão do não atendimento ao público. O município, dentro da sua política de contenção de gastos, somente contratará os serviços que pode pagar, dentro das condições financeiras permitidas pela atual conjuntura econômica.
Informou: Prefeitura Municipal de Nobres - “Crescendo Com Você”.

Fonte: Da Redação / Correio de Mato Grosso com Informações do Agitos Nobres

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Houve uma afronta e é inadmissível, dispara defesa de Riva sobre prisão

Foto: RD News
A defesa do ex-presidente da Assembleia, José Riva (PSD), patrocinada por Rodrigo Mudrovitsch ressalta que não vê motivos para uma nova prisão do social-democrata, uma vez que o STF terminou a soltura de Riva na semana passada. “Tem que perguntar para a magistrada (Selma Arruda) porque não vejo motivo. Na minha visão houve uma afronta e inadmissível”, dispara o jurista ao Rdnews.
Riva foi preso na manhã desta quarta (1º de julho), pelo Gaeco, em razão da Operação Ventríloquo, que visa desmantelar esquema de suposto desvio de recursos da Assembleia.
Além dos mandados de busca e apreensão, a Justiça determinou que 15 pessoas sejam conduzidas coercivamente ao Gaeco para prestar esclarecimentos e decretou as prisões do ex-deputado e do ex-secretário-geral da Assembleia, servidor Luiz Marcio Pommot.
Na semana passada, Riva obteve habeas corpus no STF, após ficar mais de quatro meses preso em razão da Operação Imperador, que investiga um rombo de R$ 62 milhões no Legislativo, por meio de licitações fraudulentas. Depois de oito dias em liberdade o ex- deputado volta para o Centro de Custódia de Cuiabá.
Na soltura da semana passada, a juíza da 7ª Vara Criminal de Cuiabá, Selma  Arruda, fixou seis medidas restritivas. Entre elas estão o uso obrigatório da tornozeleira, a proibição de deixar o país sem prévia autorização e o recolhimento domiciliar durante o período noturno, além de sábados, domingos e feriados em período integral.

Fonte: Tarso Nunes / RD News

CLÁUDIA: Prefeito João Batista transfere ônus a Cuiabá

Foto: RD News
Construir, equipar e colocar em funcionamento um hospital municipal, não. Transportar pacientes de seu município dentro de Cuiabá para as unidades de saúde, sim. É com essa estratégia, de empurrar ônus para outro município, que trabalha o prefeito de Cláudia, João Batista Moraes (foto). 

E ainda diz que sua gestão demonstra "preocupação" com a saúde pública dos moradores. O prefeito assinou contrato com a empresa Valdelicio Moreira Tobias ME, com sede no bairro Baú, na Capital. 

Caberá a Valdelício, com possibilidade de receber até R$ 73,8 mil no decorrer de um ano, executar os serviços de hospedagem, alimentação, com café da manhã, almoço e janta, e transporte dos pacientes do local da hospedagem até os hospitais, clínicas e unidades de atendimento.


Fonte: RD News

POLÊMICA: Desembargador diz que julgamento de Éder Moraes cabe ao TRF


O desembargador convocado Ericson Maranho, que atua no Superior Tribunal de Justiça (STJ), afirmou que, no momento, cabe ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), e não ao STJ, julgar se mantém ou não o ex-secretário de Estado Eder Moraes na prisão.

O argumento foi utilizado pelo magistrado, na tarde de terça-feira (30), ao negar habeas corpus que visava a liberdade do político.

Eder está preso desde o 1º de abril deste ano, no Centro de Ressocialização de Cuiabá (antiga Cadeia Pública do Carumbé), em decorrência da deflagração da 7ª fase da Operação Ararath.

Após a prisão, a defesa ingressou com um habeas corpus junto ao TRF-1, que foi negado liminarmente pela desembargadora Neusa Alves, vice-presidente do tribunal. O caso, então, seguiu para a "Dessa forma, não vejo como afastar a aplicação do enunciado n. 691 da Súmula do STF, devendo-se aguardar o julgamento do mérito da impetração na Corte de origem, sob pena de indevida supressão de instância" 2ª seção do TRF-1, que ainda não colocou o caso em julgamento.

Em razão da demora, a defesa ingressou no STJ, sob o argumento de que não haveria motivação para decretar a prisão preventiva. 

A defesa também citou o fato de que as duas prisões decretadas anteriormente foram revogadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF). 

Competência do TRF-1

Ao analisar o caso, desembargador Ericson Maranho explicou que o entendimento do STJ é por não julgar os habeas corpus impetrados contra decisões liminares dos relatores originários - no caso, a desembargadora Neusa Alves.

Segundo ele, só caberia ao STJ decidir sobre a prisão de Eder Moraes caso a decisão da desembargadora Neusa Alves possuísse “flagrante ilegalidade ou abuso de poder”, o que não era o caso.

“O relator, ao indeferir o pedido liminar, apresentou idônea fundamentação no sentido de que o constrangimento ilegal apontado pelo impetrante não estava manifesto e detectável de plano, uma vez que a revogação da prisão preventiva depende do exame minucioso dos seus requisitos, inviável em sede de cognição sumária e, em especial, por considerar a prisão, a princípio, justificada nas peculiaridades do caso (fl. 44)”, apontou o magistrado.

Para Ericson Maranho, o STJ estaria a julgar algo fora de sua alçada, caso interferisse na situação antes de o TRF-1 decidir o mérito do habeas corpus que lá tramita.

“Dessa forma, não vejo como afastar a aplicação do enunciado n. 691 da Súmula do STF, devendo-se aguardar o julgamento do mérito da impetração na Corte de origem, sob pena de indevida supressão de instância. Ante o exposto, nos termos do art. 210 do Regimento Interno do Superior Tribunal de Justiça, indefiro liminarmente o presente habeas corpus”, decidiu.

A prisão

Eder Moraes foi preso pela Polícia Federal em sua residência, no Condomínio Florais, em Cuiabá, durante a sétima fase da Operação Ararath. 

A PF suspeita que ele tenha movimentado bens móveis e imóveis em nome de “laranjas”, com o objetivo de ocultar a real propriedade e impedir o cumprimento de decisão judicial de sequestro e arresto de bens. 

A prisão foi decretada na noite de 31 de março pelo juiz Jefferson Schneider, da 5ª Vara Federal de Mato Grosso.

Segundo o delegado Marco Aurélio Faveri, da Polícia Federal, o ex-secretário estaria a utilizar “laranjas”, parentes e membros da família Piran para movimentar seu patrimônio e até pagar contas pessoais.

"Contudo, o dinheiro não foi encontrado, visto que o investigado ocultou bens e valores de forma proposital. Apesar de não identificarmos a movimentação, concluímos que o patrimônio está sendo movimentado, seja imóveis, veículos ou pagamentos de contas de alto valor, por meio de terceiros. Por isso não conseguíamos encontrar nenhuma movimentação financeira ou de patrimônio dele", disse.

O delegado explicou que Eder teve bens bloqueados judicialmente, e que se utilizava desta estratégia para tentar não ser atingido.

Ele ressaltou que as pessoas utilizadas como "laranjas" também podem ser responsabilizadas pelos crimes de ocultação e lavagem de dinheiro.

Segundo o delegado Marco Aurélio, somadas as ordens judiciais, "Eder deverá ter que devolver cerca de R$ 100 milhões".

"Constatamos inúmeras transações feitas por ele, recentemente. Principalmente após o período em que ele esteve preso. Contudo, a Operação Ararath, como um todo, demonstra que as práticas criminosas vem sendo cometidas por ele há anos", disse.


Fonte: Lucas rodrigues / Mídia news

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NOBRES: Vereadora Zayra tem PL aprovado que permitirá população fazer doações para a APAE através da fatura de água

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