Na reestreia
do nosso Editorial, vamos abordar um tema atual, muito discutido e ao mesmo
tempo polêmico e do qual, este portal de notícias está inserido que é a
Imprensa, que apesar de não ser um Poder Constituído, é considerado como tal. E
nas linhas a seguir, você caro (a) leitor (a), irá poder entender o significado
prático e a importância da Imprensa no seu dia a dia e que se somar forças, a
Sociedade é mais forte do que qualquer outro classe ou Poder, especialmente se
este for dado através do voto popular. Vamos ao tema.
Hoje a
classe política tem grande influência na Grande Mídia de nosso país,
principalmente aquelas que estão situadas nas Capitais ou nas cidades polos,
que na maioria das vezes em épocas de eleições, conseguem “recursos” para
convencer a população que o “Fulano” é melhor que o “Ciclano”, fazendo dos
políticos brasileiros, simples bonecos de marionetes e que a cada quatro se
sujeitam a tal função.
O maior
exemplo disso, são as quatro últimas eleições, onde a Grande Mídia já
elitizada, após perder um pouco do “poder” conquistado dentro do Poder,
resolveu se unir com o Terceiro Setor (Sociedade Organizada) e elegeu o metalúrgico
Luís Inácio Lula da Silva (PT) como presidente, que teoricamente tinha vindo
das massas. Após quatro anos, essa mesma mídia conseguiu reeleger ele e ainda
conseguiu convencer grande parte da população a votar em sua sucessora, a
economista e hoje ex-presidente Dilma Rousseff (PT), que sofreu um “golpe de
Estado” (branco) de seu vice, Michel Temer (PMDB) que se uniu com a Direita e a
Extrema Direta da Política Nacional para conquistar o Poder com o apoio de parte
das grandes emissoras de TV do país.
A
Imprensa Nacional teve grande participação e influência em todos estes fatos
citados e que aconteceram nas últimas quatro eleições e inclusive os veículos que
monopolizam o “mercado” da comunicação, literalmente, com o aval de uma grande
parcela da população, brincou da conhecida brincadeira infantil, que muitos
também já usaram em provas bimestrais na hora do “chutometro”, que mais ou
menos assim: “ Minha mãe, mandou eu escolher esse daqui (Lula), mas como eu sou
teimoso vou escolher essa daqui (Dilma). Mas como sou mais teimoso, eu vou
escolher este daqui (Temer)”.
Quando
Grande Mídia, também as vezes chamada por alguns de renomada, cansou de brincar
e percebeu que a “brincadeira de criança” estava correndo risco de se
transformar em uma “comédia grega” através de uma ditadura branca comandada
pelo Partido dos Trabalhadores (PT) e seus aliados de esquerda, se propôs a
ajudar o então vice e hoje Presidente da República Michel Temer chegar ao
comando do País. E ao perceber que o seu “poder” dentro do Poder estava cada
vez menor, já é visível o que uma parte da Imprensa Nacional vem se articulando
nos bastidores tentando muitas vezes mostrar a sujeira do “porão” da política
brasileira, onde poucos se salvarão e novas eleições serão questão de tempo,
seja de forma direta ou indireta. Mas o certo é, que em menos tempo que se
imagina, teremos novas eleições presidenciais e se esta novidade não vir
acompanhada de uma nova constituinte.
Para
quem é leigo nesse assunto e/ ou tema Imprensa como sendo o Quarto Poder, para
entender melhor é necessário um pouquinho de História. Vamos lá! A consideração termológica de que o jornalismo,
é o "Quarto Poder" nasceu dentro dos conceitos das revoluções
liberais, ou seja, na época em que a burguesia lutava contra o Absolutismo e o
Poder da Nobreza no final do Século XVIII, em especial na Inglaterra. O ideal
liberal iluminista tinha como proposta a liberdade de expressão individual e
uma imprensa independente, livre da censura do Estado, e que principalmente
fosse formadora de opinião pública, para que dessa forma, os veículos de
comunicação pudessem exercer e fazer o papel de "contrapoder" em
relação aos três poderes concebidos por Montesquieu — o Executivo, o
Legislativo e o judiciário. (Mas isto é assunto para uma outra
oportunidade).
Agora
se grandes veículos de comunicação juntos, supostamente fizeram tudo isso
dentro do contexto nacional da política, imagina, se os pequenos e médios
veículos das cidades do Interior dos
estados brasileiros se unissem com a população, fazendo dela uma aliada e não
massa de manobra como foi e está sendo feita por parte da Grande Mídia que fica nas Capitais e que infelizmente já
foram “capitalizadas”, enquanto aqueles pequenos veículos de comunicação, tem
que, literalmente matar um “leão por dia”, enquanto a Imprensa renomada “abocanha”
do Poder um “leão” por dia.
Reflita
sobre isso. Análise tudo que é mostrado pela Imprensa, seja ela, considerada
renomada ou não. Não quero aqui assustar você caro (a) amigo (a) leitor (a), mas
caso tenha ficado (a) assustado(a) com o que foi descoberto no porão da
política brasileira. Imagina se as “paredes” dos “porões” da Imprensa falasse. É
melhor não... Quem sabe após consultar alguns advogados para analisar as consequências
jurídicas pós revelações, possamos nos encontrar novamente abordando este
assunto. Até porque ainda estamos sendo um dos poucos veículos de comunicação
considerado pelos renomados colegas como pequeno a sobreviver nesse campo minado,
chamado Imprensa e aí de nós se sairmos de onde estamos. Tudo pode acontecer. Desde
de um simples buuum, ou... deixa pra lá, é melhor encerrar este assunto por aqui.
Da Redação /Blog Correio de
MT
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